terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Desenho 3d ou 2d?



















Vai a pergunta: você acha que é mais fácil, o mais moderno, ou o mais com cara de tradicional?


Ou melhor. Simpsons, por exemplo. Foi mais fácil ter sido feito em 2d, porquê já se trabalhava dessa forma há mais de 17 anos, ou não, mais fácil seria ter feito em 3d, afinal, dificuldade está em animação em 3d e tal, perfeição, desenhos super acabados... Se pudesse escolher, qual das duas técnicas escolheria?
Na verdade, o conceito é que fica em voga. Quem assiste desenhos 2d, e os observa, percebe que de fato o 2d em si, o frame to frame, não existe tanto quanto conheciamos, e, que muitos objetos 3d, estão de forma disfarçada inseridos no projeto com cara de lápis. O desenho não existe, mais, como O imaginou o Sr. Disney. Há desenhos construidos em universo 3d, em tudo que se imagina, inclusive no exemplo bobo, Os Simpsons. Que chega a extremos, na versão futurista e adulta Futurama, mas cito apenas como mais um exemplo.

Desenhar é mais dificil que construir? Vamos então reformular a pergunta de topo: porquê tantos filmes em 3d, porquê uma Disney é doida por uma Pixar e porquê Simpsons quis fazer graça, se entitulando o diferente no meio do comum? Seria possivelmente uma questão de postura. "Comercial para se chegar as massas" ou "complexo para atingir um público mais seleto, de pessoas que admiram a dificuldade de se chegar a esse resultado". Mas, por favor, estou falando de que? O Sr. Disney começou uma idéia mágica. E até pouco tempo atrás, ela ainda era complexa. Ai começou o festival Pixar de loucuras. Cassiopeia que me perdoe, mas foi Jobs quem conseguiu mostrar vanguardismo, para o mundo, através do 3d.

Ai o desenho frame-to-frame, ficou obsoleto, bobinho até. Até ele, virar o bobinho. o Comum. Claro que é lindo o 3d da nova Pixar, de ratinhos cozinheiros, e robozinhos meigos, mas convenhamos, qual foi a ultima peça de cinema, que você se lembra de ter visto, feita em 2d, frame-to-frame?


O que parece é que o tradicional ficou moderno, porquê é mais complexo. Mais respeitado. Admirado.

Não vamos ignorar isso.


Aguarde.

O Lego fez 50 anos
















Pra quem já acessou nosso produto OCA DEDESIGN, viu que foi feito em Lego. Claro que a idéia foi a de parecer super bacaninha, estiloso. Mas mais do que isso, porquê Lego?

Lego é uma pura ferramenta limitadora de construção. Mas, ao mesmo tempo, você pode "viajar" nas idéias, de o que construir, viajar na imaginação. Você se limita também ao fato de ter peças, padrões, tipos diferentes de tijolinhos. Mas é você quem decide, o que fazer.

Por isso a idéia de usar e homenagear, essa grande invenção de nossa época. Traçadas suas devidas proporções, compare "construir Marcas", com montar Lego. Trabalhar design, com "pegar-peças-espaciais-e-fazer-casinhas". Mas tudo, respeitando, sempre, regras básicas de construção, de design.

http://comunicadoresdeplantao.blogspot.com/2008/01/lego-50-anos-de-diverso.html

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Marcus Lemos: Criatividade e talento para boas soluções em Design


Quando falamos em criatividade logo imaginamos algumas idéias mirabolantes, um bom repertório de informações, bom humor e talento são essenciais para soluções inovadoras. Marcus Lemos destaca-se pelo domínio dessas características e muito mais. Vale a pena conferir seus trabalhos.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Nova campanha Ana Violi de liquidação


Adotamos, na semana passada, uma ação com base em "all type" para Ana Violi. A ação conta com material de ponto de venda e peças para outdoor. Também foi criado um postal, e peças para internet no site da loja.

A Ação foi criada usando de tipologia especial, que remete ao estilo "carnavale", "circus", "freak show". O uso desse tipo foi para remeter a uma certa nostalgia, e ao mesmo tempo um conceito festivo. O objetivo foi de trabalhar o foco na liquidação, dando foco nos descontos apontados com tags especiais, também elaboradas no conceito da campanha.

Confira na maison de Ana Violi na chácara Urbana, no 204.


abraços.

Chega ao País a moda das butiques de criação




StrawberryFrog, da Holanda, e Nitro, de australianos, renovam estilo de agência

Marili Ribeiro

A tendência das butiques criativas - que tem a proposta de ter estrutura pequena, agilidade no atendimento e ousadia na criação - começa a se estabelecer no Brasil. Na semana passada, o publicitário Alexandre Peralta anunciou uma sociedade com a agência holandesa StrawberryFrog, uma das referência internacionais entre as butiques criativas. Já a festejada Nitro, fundada em Xangai por australianos, está chegando ao País, negociando a compra de uma agência em São Paulo. As duas iniciativas rompem a resistência do mercado nacional a esse modelo.

A demora da adoção da agências-butique se deve, segundo os próprios profissionais da área, ao sistema de remuneração do mercado nacional atrelado à comissão da compra de mídia. As butiques, também chamadas de hotshops, cobram seu trabalho de forma flexível, que pode ser por projeto ou por participação nos resultados.

'A relação entre anunciante e agência com pagamento por contrato garante isenção nas recomendações das ações adotadas, porque a agência não depende da veiculação de mídia para fazer caixa', diz Peralta.

Para Peralta, a atuação modular se ajusta melhor à demanda do cliente porque a equipe da agência cresce ou diminui em função da tarefa. 'As agências tradicionais mantêm entre 150 e 300 funcionários e precisam garantir receita que mantenha essa estrutura. O tamanho inviabiliza o trabalho por projeto e pode tirar a liberdade de criação', diz ele.

Grandes marcas, como Coca-Cola, Nike e Axe (Unilever), descobriram faz anos a agilidade das chamadas butiques e já delegaram parte de suas verbas publicitárias para pequenas agências com esse perfil. A pressão por inovação na comunicação tem acelerado esse processo.

Na década de 90 surgiu a agência americana Wieden + Kennedy, situada em Portland, e não no eixo central do núcleo criativo da propaganda entre Nova York e Londres. A partir daí, o movimento das hotshops ganhou impulso. Há oito anos, apareceu a holandesa StrawberryFrog e a inglesa Mother. Atualmente há filhotes em vários países como a Taxi, no Canadá, a Madame Rushmore, na Espanha, e as Santo e La Comunidad, na Argentina.

Washington Olivetto, presidente da W/Brasil , acredita que a onda das hotshops não passa de uma nova definição para algo que sempre caracterizou a publicidade. Seria a clássica situação do criativo que abre uma agência pequena com características inovadoras, que vai crescendo, ganha musculatura e torna-se uma grande agência. Uma rotina que a sua própria carreira descreve. Olivetto saiu da DPZ para criar a W/ Brasil há 20 anos.

No que se classificaria como as hotshops brasileiras estariam hoje as agências Santa Clara e Famiglia. As duas abriram suas portas no último ano. 'Não temos pretensão de ser grandes e perder a agilidade', diz Fernando Campos, um dos sócios da Santa Clara. 'Hoje em dia, graças à tecnologia, é possível manter uma estrutura enxuta e capaz de oferecer soluções de comunicação personalizadas a cada cliente, o que era impossível há 20 anos atrás'.

Átila Francucci, sócio da Famiglia, diz que a butique criativa requer uma fórmula de atuação em constante construção. 'Afinal, é esse espírito que gera o nervosismo que a novidade requer', filosofa. Francisco Petros, também sócio da Famiglia e que saiu do mercado financeiro para se aventurar no mundo da comunicação, diz que sua visão pragmática dos negócios teve que se reestruturar. 'Propaganda é um negócio de idéias, que não se pode mensurar. É subjetivo e requer agilidade para funcionar.'

Para muitos publicitários o modelo de butique parece se adaptar melhor às necessidades do momento de transição pelo qual passa o mercado de comunicação. Afinal, as demandas dos anunciantes se tornaram multimídias e a flexibilização e rapidez da agência são mais do que adequadas ao momento.

'Não é tanto questão de tamanho, mas de ter capacidade de romper com estruturas acomodadas e inaugurar caminhos que dêem resultados na tarefa de produzir imagem e construir marca', diz Francucci.

FRASES

Fernando Campos
Sócio da Santa Clara

'Hoje em dia, graças à tecnologia, é possível manter uma estrutura enxuta e capaz de oferecer soluções de comunicação personalizadas a cada cliente, o que era impossível há 20 anos'

Francisco Petros
Sócio da Famiglia

'Propaganda é um negócio de idéias, que não se pode mensurar.
É subjetivo e requer agilidade para funcionar'


Fonte: http://txt.estado.com.br/editorias/2007/09/03/eco-1.93.4.20070903.23.1.xml

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

DEDESIGN, Novo Produto da OCA.




Para atender a nova demanda de trabalhos mais específicos, iniciamos no ano passado, um projeto chamado DEDESIGN. A idéia é de trabalhar auxiliando clientes que necessitam de projetos mais customizados, sempre com muito cuidado. Clique no link para o hotsite do produto DEDESIGN e conheça mais.